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Cozinhar em placas de indução

Fevereiro 16, 2018

Ricardo Correia

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Não tenho qualquer problema em ajudar nas tarefas domésticas lá em casa. Até porque eu também contribuo fortemente para sujar, desarrumar, destruir, por isso é mais que justo que ajude. 

Se tenho habilidade? Isso já é outra conversa.

 

De qualquer forma, como estou desempregado não me custa nada, andar de aspirador na mão, uma vez que para mim é o menos chato, do que andar com o pano do pó.

 

A nível de cozinhar é uma tarefa que gosto bastante de fazer. Principalmente grelhados, assados e massas.
Do meu ponto de vista é o que me deixa com o ego bem lá em cima, visto que na cozinha posso ser chefe. Ou melhor dizendo, o único sitio onde fui promovido a chefe.

 

Também sou daquele tipo de pessoas que quando cozinha imagina que está num programa de televisão de culinária, e na minha cabeça vou ensinando o pouco que sei ao Zé Ninguém. Também duvido seriamente que tivesse audiência suficiente para passar do primeiro programa. Se calhar só dava mesmo azo a comentários dos haters.

 

Podem me chamar retrógrada, velho e assim, eu prefiro dizer que sou da "velha guarda", porque cozinhar para mim só em placas a gás. A verdade é que já usei vitrocerâmicas, menos más, indução, não me ajeito com aquilo de maneira alguma, e a gás é que é. Esta última a minha favorita. Não sei se deu para perceber.

 

Para usar a placa de indução quase que é preciso um curso intensivo. E acho que nem assim lá ía. O arroz ou fica argamassa bom para tapar buracos, ou fica crú, tipo cantina das escolas, não há meio de atinar com aquilo!

 

A Cláudia às vezes diz, "já podes desligar que ela acaba de cozinhar sozinha". Mas a placa tem vontade própria! Agora já sei, que é ela que me estraga os cozinhados. Por isso nada me sai bem. É a placa, que não gosta de mim. Ainda a estou a ouvir a rir-se da minha cara. Quando as febras saem torradas, ou me agarra as pernas de frango, ou me expilra para a cara... E não é que tem uma pontaria especial para os olhos! Acerta quase sempre. É uma placa que gosta de dar nas vistas.

 

Ainda por cima não gosta nada de ser limpa. Digo isto porque assim que lhe passamos um pano húmido em cima ela desata a apitar que nem uma doida, parece um gato a fugir do banho. É só água! Não vai encolher, nem desatar a fazer faísca. Vá-se lá entender isto.

 

Já para não falar da esquesitice de não querer levar em cima dela qualquer panela, é fina. Faz questão de só querer trens de cozinha de alumínio e com peso. Lá está, só gosta de peso! A frigideira do chinês já não dá. E agora como a gente ajuda a malta da comunidade chinesa? 

 

Odeio estas placas de indução, ou deverei chamar de, placas de ilusão?

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Comentários recentes

  • Mamã Gansa

    Tudo atividades convidativas, parece que a Cláudia...

  • Ricardo Correia

    Pois, acho que é uma situação comum a muita gente...

  • Mamã Gansa

    Gostava, mas ele também foge de mim

  • Mamã Gansa

    . Muito bom o texto, Ultimamente só conheço gente...

  • Ricardo Correia

    Pois a Beatriz não sai de trás do vidro. É quando ...