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3 em Linha

-Blog familiar é só entrar com boa disposição- 😉

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Um dia de trabalho.

Maio 18, 2018

Ricardo Correia

Trabalhar-2.jpg

Estava aqui a pensar... Comigo mesmo, como é óbvio, porque não devo dizer estas palermices em voz alta, que trabalhar é um grande problema, e um enorme desafio à nossa capacidade de vencer a moléstia.

 

Ora vejamos... Quem vai trabalhar logo pela manhã, digamos que entramos ao serviço às 8h, primeiro que nos passe a tolada de sair da cama cedo, e aquela nuvem à frente dos olhos e os consigamos abrir, vai lá vai, portanto é bom que não falem para nós. Porque nos tornamos daquele tipo de pessoas que responde a tudo com um "hum hum". E muito difícil esboçar um sorriso. Mas facilmente é mostramos um bocejo! 😴

 

E só lá para as 10h30m com o café é que conseguimos dar rendimento. E finalmente a começar a ouvir alguma coisinha do que se passa no meio envolvente ao nosso redor. ☕

 

Depois, lá para as 13h, vem a tão desejada pausa para o almoço. Depois de encher o bem o pote, vem aquele cansaço natural, aquela preguiça que o nosso corpo manifesta a pedir sesta! Só tiramos o cú da cadeira da mesa com auxílio de uma grua.

 

Mas como não é possível cochilar, vamos meio cambaleantes pegar no batente, sem vontade nenhuma, arrastar os pés. À medida que o dia avança a moléstia começa a desvanecer suavemente, e então lá para as 15h decidimos ir beber um cafézito para espevitar novamente.

 

Quando os nossos olhos batem novamente no relógio e reparamos que já são 17h, fim de expediente, a moléstia desaparece, aí sim, estamos totalmente desperto para aproveitar o resto do dia. 😉

 

E como é bom voltar a casa, depois de um dia de trabalho! 😁

 

 

Eurovisão mais uma desilusão

Maio 13, 2018

Ricardo Correia

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Passado que foi mais um Eurovisão, confesso que senti uma frustração incrível à medida que se ía conhecendo o resultado dos júris europeus. Cada votação era um murro no estômago e até agora não sei como foi possível tal resultado. Último lugar! É pior que mau... Deu-me vontade de dar uma de Trump e sair a esbofetear toda a Europa sem dó nem piadade. 

 

Levou-me a recordar porque motivo em criança, o festival da canção, não fazia parte dos meus programas de televisão. Preferia séries como o Mcgayver, Esquadrão Class A e mesmo o Justiceiro com o seu "Kit".

 

Agora analisando a actuação da Cláudia e da Isaura, em comparação com outras de outros países, parece que a produção se esqueceu do complemento cénico. Em outras canções para além da música há todo um conjunto de efeitos visuais de cor, luz e coreografia, que na produção da Cláudia fica muito aquém e muito pobre. A nível da Isaura não percebi o que ela estava a fazer em palco! Mal deu apoio vocal à Cláudia, abrir a boca parecia um custo tremendo e quando não se olha uma única vez para o público é difícil que este sinta empatia pela cantora. Devia ter aprendido com a dupla Luísa e Salvador Sobral e ter ficado assistir no camarote. 

 

Assim voltamos a ter os pés assentes na terra e resignarmo-nos ao nível atribuído pela moody's.

 

Agora vou abrir aqui um parêntesis, e dizer que a Itália poderia ter ganho a Eurovisão a brincar. Bastava para isso ter concorrido com a música da "Bella Ciao" e estava no papo. Assim como a Espanha bastava ter concorrido com o genérico da "casa de papel - my life is going on" e Portugal com o fado "Boémio e vadio". Estava ganho!

 

Pronto, e com isto resta dizer a toda a Europa que Portugal não é o seu "toy" por isso chega de brincar connosco. 

Eurovisão - Os nossos favoritos

Maio 12, 2018

Ricardo Correia

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Estamos a assistir à Eurovisão. O que não é normal, porque só à bem pouco tempo é que começamos a assistir. Foi preciso uma injecção de Sobral para nos abrir horizontes. E não é, que dou por mim a vibrar com isto! Até já selecionamos as nossas favoritas!

 

Claro que os putos desandaram logo da sala, como se fossem obrigados a ver uma maratona de debates políticos em catadupa até desfalecerem de tédio no sofá.

 

Claro que o nosso apoio incondicional vai para o nosso "jardim" da Cláudia Páscoal e Isaura, mas não sendo possível a vitória, pelo menos acho muito difícil isso voltar a acontecer, temos de reserva as nossas outras favoritas. 

 

Então para já a minha favorita é a da Alemanha do Michel Schult, é uma música cheia de autenticidade que expressa emoção e sentimento. É de um ritmo bem agradável e comercial, poderia mesmo passar nas rádios, como se de um artista famoso se tratasse. 

Outra das favoritas é a da Noruega e a da Ucrânia.

 

A outra muito falada, a "Toy" de Israel, sinceramente não me diz grande coisa. É-me indiferente e não me transmite qualquer sentimento.

 

 

Somos Portugal e o direito de imagem.

Maio 06, 2018

Ricardo Correia

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Hoje, o programa da TVI, somos Portugal esteve em directo da feira de Maio em Leiria.

 

É bom para a cidade ganhar visibilidade e mediatismo na televisão, trás novos visitantes e divulga algumas empresas da região, nomeadamente a nível do artesanato e dos produtos regionais. Até aqui, nada a apontar, só mesmo a agradecer.

 

Mas o que me leva a comentar aqui sobre isto, é que numa fase em que todo o mundo anda em sobressalto e cheio de preocupações sobre a nova lei da protecção de dados, resta me questionar onde está a protecção ao direito de imagem?

 

É que ninguém da equipa da TVI me pediu autorização para ser filmado, nem a todas aquelas pessoas que passeavam no recinto da feira, que eles fizeram questão que aparecessem na televisão, ou mesmo aquelas pessoas que simplesmente passeavam calmamente no jardim, completamente alheios ao programa ou à feira, uma vez que o jardim é contíguo à zona onde o programa da TVI se encontrava instalado.

 

Tiveram somente o infortúnio de aproveitar o facto de estar bom tempo para uma caminhada, e zás eis que são filmados sem saberem e se calhar sem quererem.

 

Uma coisa é aquelas pessoas que se dirigiram para o recinto do programa para assistir ao vivo, aí tudo bem à pessoa sabe ao que vai, agora a feira estava noutra zona do outro lado da estrada. Livre de câmaras.

 

Onde está a privacidade do cidadão comum?
Mas enfim é o país que temos.

Um palerma a passar a ferro

Maio 03, 2018

Ricardo Correia

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Hoje precisei de passar umas t-shirts a ferro, já a preparar o Verão, e lá fui eu todo macho.

 

Meti água no ferro, deixei aquecer, até aqui nada de anormal, estendo a t-shirt na tábua e agarro no ferro de maneira a que ele chegasse ao fundo da tábua onde estava a t-shirt à espera de ser engomada.


Bem, até à zona do tronco o ferro chegou lá na boa, mas quando fui até à gola ele ficava curto. 🙄 Tentei esticar o braço com o ferro na mão, mas este não ia até lá nem por nada. 😯

 

- Hum... Que raio! O ferro deve ter defeito, porque o fio é muito curto e não chega ao fundo da tábua! - pensei eu. - Mas como é que a Cláudia consegue passar a ferro? Com isto assim! - continuei a exclamar para mim mesmo.😕

 

Sem dar conta, distraído com estes meus raciocínios lógicos, dou mais um ligeiro puxão no ferro, foi aí que senti qualquer coisa por debaixo dos meus pés. Olho para baixo e o que vejo? O desgraçado do fio do ferro de engomar, estava a ser calcado pelos meus cascos, tamanho quarenta e quatro.

 

Ora assim era difícil o ferro chegar ao fundo da tábua! 😁
Lá dei eu um chega para lá no fio, de maneira a que ele fugisse livremente para longe de mim. À medida que desabafava a minha última exclamação - É que é preciso ser burranco! 😄

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