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The Brave - Série que andamos a seguir

Fevereiro 03, 2018

Ricardo Correia

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The Brave fala-nos sobre um grupo de operações especiais, que se devem manter invisíveis aos olhos inimigos, e que são chamados a intervir sempre que há ameaças por todo o mundo, para efetuar resgates de individualidades importantes para Washington.

Mas esta equipa não está sozinha no terreno, já que é exatamente em Washington que se encontra a sede da DIA, onde está uma preciosa equipa de analistas, que lida com equipamento de vigilância de alta tecnologia do mundo. e a comunicação entre ambas as partes é fundamental no sucesso do resgate destes membros preciosos. A série tem ação, suspense e acima de tudo bom senso nas decisões tomada pelo líder da equipa de resgate. Que ao longo dos episódios vai mostrando à sua equipa o que é ser um bom líder nas decisões que toma, e como assim ganha o respeito de todos à sua volta.

 

No primeiro episódio a equipa de Adam Dalton teve como missão resgatar uma médica americana, que tinha sido raptada por um grupo terrorista. A missão incumbida era de resgatar a médica de preferência com vida, mas também eliminar o cabecilha da célula terrorista. O plano orquestrado por Adam, acabou por resultar em pleno, quando Washington já tinha dado luz verde para eliminar o líder terrorista mesmo que não se conseguisse salvar a médica. Adam tinha o poder de decisão, e optou com o seu plano por executar com sucesso, salvando a médica, que afinal de contas sempre tinha sido essa a sua primeira e verdadeira missão.

 

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No segundo episódio a equipa de operações especiais teve de viajar até Ucrânia onde uma jovem agente da CIA, consegue sobreviver a um ataque à sua sala de operações secreta que foi invadida e os seus colegas assassinados. A extração da agente parecia correr bem, quando o helicóptero onde ela seguia acaba por ser atingido, após de levantar voo, acabando por cair em território Ucraniano. A verdadeira busca pela agente começa por ambas as partes, a equipa de Adam e o grupo de militares Russos. Cabe agora a Washington ajudar a equipa de operações especiais a ter sucesso na busca da agente da CIA e de eliminar esta quadrilha Russa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O pessoal cá de casa começou a seguir esta série fantástica. Vai agora para o episódio 3 e decidi escrever sobre ela porque acho a série muito interessante. Passa no AXN aos Domingos à tarde em repetição às 12:50, e às Quintas-Feiras às 23:10.

 

A contar passos.

Fevereiro 02, 2018

Ricardo Correia

walking

Às vezes é preciso a vida passar-nos rasteiras para se começar a mudar algumas coisas. Se alguma vez pensei em andar tanto a pé como agora!  É verdade! No tempo em que trabalhava, sim que agora estou de férias por tempo indeterminado, o carro torna-se indispensável, pelo menos a nível de horários, e em dias mais cinzentos e chuvosos. É o que o nosso cérebro nos diz. Embora na verdade não o fosse, até porque tanto eu como a Cláudia moramos relativamente perto do trabalho, e dava perfeitamente para ir a pé. Isto de andar de carro tornou-se somente comodismo. 

 

A nível de transportes públicos, temos que admitir que a cidade até está bem servida nesse aspeto, e umas coisas são bem perto das outras, não precisamos de carro para nada. E ás vezes é uma confusão de trânsito que até chateia. Demoramos mais tempo no trânsito a chegar a casa, do que se andássemos a pé. 

 

No meu telemóvel tenho uma aplicação associada à saúde, com um nome muito curioso,  chamada saúde precisamente, que me vai contabilizando os passos. A primeira impressão que tive dessa aplicação é que era uma chachada, e não liguei importância nenhuma aquilo. Mas não sei porquê, nunca a desinstalei. Agora que me deu para andar a pé para todo o lado, e desde que o tempo ajude com um solzinho bom, nem precisa de estar muito quente nem nada, dou por mim a olhar para o ecrã principal do telemóvel só para saber quantos passos é que já andei.  

 

Acho que isto se está a tornar uma dependência,  porque mesmo em casa dou por mim com o telemóvel no bolso das calças e ele acompanha-me para todo o lado. Afinal de contas não quero perder a contagem de passo algum. E porque não em casa? Sem dar-mos conta, em casa também andamos bastante de uma divisão para a outra. E se eu jogar à apanhada com a Beatriz, que ela põe-se a correr da sala para os quartos a dizer "apanha-me". É uma carrada de passos.

 

Ainda por cima cheguei ao cumulo de definir um objetivo de dez mil passos,  como se isso fosse possível! Eu, que sou um adepto fervoroso do couching . E quem me tira o meu sofá, quase que lhe mordo, no sentido literário da palavra. Gosto mesmo é de estar a ver televisão ou a jogar na playstation. Sim, que os cotas também sabem e gostam de jogar na playsatation. Não é só os putos!

 

 

Como! Exercicio físico? Fujo dele a sete pés. Pelo menos era assim até à bem pouco tempo. Agora dou comigo a contar passos. Acho que estou a ficar doente.  E o mais engraçado é que esta tal aplicação ainda nos diz quantas calorias já perdemos, com este exercício super puxado. Quase que estou a ficar com o estômago colado ás costas de tanto andar.  E o mais engraçado disto tudo, é que até estou a gostar de ir a pé para aqui e para ali. E eu a pensar que ia falecer por andar a pé! 

O Deus que te fez mulher

Fevereiro 01, 2018

Ricardo Correia

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Eu mostro-te amor!

Com brilho nos olhos,

E emoção a transbordar...

Agitam-se corpos nus,

Tens tudo para me captar

A atenção, o esplendor.

O espelho da fantasia

No calor da noite fria,

O coração palpitante,

A respiração ofegante.

A paixão em delírio.

As pétalas de um lírio

Esvoaçaram sedosas

Sob as tuas curvas em chama

E todo o teu eu reclama

A pureza, a virgindade

Apunhalada na vaidade.

Entrega-te ao Deus

Que te fez mulher,

Que soube colher

A fruta madura

E te ergueu aos céus

Com amor, com ternura!

As sementes germinaram

Nove meses, sob os véus.

O rebento reclamou

O seu espaço no mundo...

Do negrume do fundo

A luz da alma se elevou

E de um grito mudo ecoou

A doce voz de um novo Deus!

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