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-Blog familiar é só entrar com boa disposição- 😉

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Aljubarrota que palavrão!

Outubro 16, 2018

Ricardo Correia

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A Ema chegou a casa toda entusiasmada com um recado para dar.

Mas, como é natural nela, o recado veio entre dentes e assim meio baralhado.

Cheia de ansiedade para dizer tudo, mas sem dizer nada. Estão a ver o estilo.

Eu também, confesso, tenho aquele gostinho especial por lhe baralhar o cérebro um bocadinho. O que não havia qualquer necessidade, visto ela conseguir se baralhar o suficiente a ela própria. Fruto do défice de atenção que ela tem, que não a deixa conseguir se concentrar direito.

 

Ema - Pai. - chamou a minha atenção.

Eu - Diz.

Ema - A professora disse que estava a pensar em fazermos um passeio.

Eu - Ah sim! Vão passear ao parque? - olhei para ela e brinquei com a frase - E andar de baloiço?

Ema - Oh pai! Não. Não é isso. Uma visita ou qualquer coisa assim.

Eu -  Uma visita de estudo, queres tu dizer.

Ema - Isso. Uma visita de estudo...

Eu - Quando?

Ema - Àh! Não sei. Acho que era para Dezembro ou coisa assim.

Eu - Está bem. A onde? Ela já disse?

Ema - Ela disse. Acho que era numa batalha. 🤔

Eu - Vais ao mosteiro da Batalha. - Tentei adivinhar eu.

Ema - Não. Não era isso. Acho que tinha haver com uma guerra qualquer.

Eu - Já vais para a tropa, filha! Ainda és nova para ir para a guerra! 😀

Ema - Ai. És um chato! 😳

Eu - Então, tu não me dizes as coisa corretas, e eu tenho de adivinhar. Pensa lá um bocadito no que ela te disse, e tenta me transmitir a mensagem corretamente.

Ema - Então. Era assim...🙄 - fica meio pensativa e começa - Como estamos a estudar história, ela começou por dizer que era giro irmos ver algo que tivesse haver com isso. Vamos fazer uma vista de estudo à batalha...aaaaa.... bla bla bla ...não sei das quantas....😄

Eu - 🤨Tu nã existes! 🙂Será que ela não estava a falar do centro de interpretação da Batalha. Que é sobre a batalha de aljubarrota?

Ema - Batalha do quê! 😲 Do arrota! 

Eu - Aljubarrota. - Corrijo 😃

Ema - Sim. Se calhar era isso! Sim sim batalha do arrota. 😊

Eu - Ó mulher não é arrota, é al-ju-ba-rro-ta. Percebeste? 😄

Ema - SIM. 😃 Já percebi. - dispara  - Albarrota! 🤭

Eu - Ok. - respiro fundo -  Mais uma vez, agora mais devagarinho. Al---ju---ba---rro---ta! Capice?

Ema - Sim. Percebi. Já tinha percebido antes. Albarrajota! 😁

Eu - Sério, desisto. 🤯 A desléxia é tramada até a falar, bolas. Depois escrevo-te num papel para leres. 🙂

 

Fundação Batalha de Aljubarrota

 

A prenda que ficou por embrulhar.

Outubro 13, 2018

Ricardo Correia

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A nossa Beatriz faz anos hoje. Três anos! Três anos cheios de alegria, diversão e diabruras.

 

Como é natural, não podia faltar as prendinhas para a bacurinha. Como a Cláudia estava a trabalhar e eu só entrava de noite, fui eu comprar as prendas.

 

Dirigi-me então à secção dos brinquedos, com uma ideia em mente e sem qualquer hesitação, agarrei no telemóvel e fiz uma videochamada para a Cláudia escolher as prendas em conjunto comigo.


E viva a tecnologia! E pensar que no nosso tempo isto algum dia podia ser possível! Já estou naquela fase em que... No meu tempo...

 

Depois de adquiridos os brinquedos, só faltava embrulha-los. Uma das prendas já a tinha comprado num outro local e deixei-a em casa, pelo que tinha então duas prendas ali e agora, para ver a minha habilidade na arte do embrulho.

 

É já um mini workshop a pensar no Natal, porque antes, em Novembro volto a ter nova formação de embrulhos, porque faz anos o Xavier. Depois disso fico mestrado em embrulhismo.

 

Chegado a casa todo orgulhoso do meu feito, fui a correr esconder as prendas no nosso guarda-fatos.

 

O dia passou e quando fui buscar a Cláudia ao trabalho, eis que ela me questiona já no nosso lar.

 

Cláudia - As prendas, amor?
Eu - Estão escondidas. 😁
Cláudia - Estão embrulhadas?
Eu - Estão linda. Fui ao self-service. Eles tinham lá uma ilha com papel à descrição para fazermos os embrulhos. 😊
Cláudia - Ui devem estar uma maravilha... 😯
Eu - Estão lindas. Ficaram um espetáculo! 😏
Cláudia - E trouxeste papel para a prenda que já cá estava?
Eu - uhm! Ah! Papel... 😳 Para a outra prenda? 😵
Cláudia - Não me digas que estiveste num self-service com papel à descrição, e não trouxeste papel para embrulhar a outra prenda.
Eu - aaaaahhhh! Mas... Quem é que se iria de lembrar de trazer papel para casa? 😶
Cláudia - A sério? Não trouxeste papel? 😄
Eu - lá me lembrei eu disso. 🙁 Nem nunca mais me lembrei que a outra prenda não estava embrulhada!
Cláudia - se não for eu a pensar em tudo... Isto de viver com quatro putos é dose. Eu mereço.
Eu - 🤨 - calado que nem um rato a levar na cabeça.
Cláudia - agora ganhaste uma viagem grátis de volta ao shopping para ir buscar o papel. 😂 Xau! 😃
Eu - isto só a mim e a mais ninguém... 😊

A gaveta da tralha

Outubro 10, 2018

Ricardo Correia

 

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Em tempos remotos, atreveria-me mesmo a dizer que numa outra vida, ou se preferirem até à bem pouco tempo, toda a gente que ia às compras, vinha carregada de sacos de plástico. Então, era mais do que normal haver em qualquer casa portuguesa o saco dos sacos. Ao arrumar-se as compras, ficava ali aquele saco vazio só e desamparado, sem se saber muito bem o que fazer com ele. Até que acabava por ser também ele arrumado dentro de outro saco, junto com outros esquecidos e abandonados, meio amarrotado, aflito, a implorar por ar, meio claustrofóbico a dar um chega para lá nos outros, porque ele tinha que caber lá dentro de qualquer maneira. Mas inevitavelmente o seu fim, estaria mais tarde traçado ao ser usado como saco do lixo. 

 

Felizmente esta coisa dos sacos de plástico grátis viu o seu fim. O que no fundo é de louvar esta atitude ambientalista, porque o planeta está a ficar contaminado com tanto plástico. O planeta agradece e os nossos filhos também. Embora todos saibamos que esta atitude não seja o suficiente, mas já é um bom começo. As toneladas de plástico dos produtos que compramos é de arrepiar. É que, infelizmente usamos plástico para tudo! Até para separar as fatias do presunto ou do queijo já fatiado, vem uma tira de plástico, para além de virem numa cuvete. Os packs dos pacotes de leite trazem plástico. Parece que tudo tem um invólucro de plástico e já não se sabe viver sem isso! Até os rolos de papel higiénico vêm envoltos em plástico! As bolachas vêm em plástico. O pacotão de plástico dos queques, vêem com doses individuais envoltas em plástico. É o plástico do plástico dos queques. Entre muitos outros infelizmente.

 

Agora dou por mim carregado de sacos, mas de papel. O destino normal destes ditos sacos seria a reciclagem. Acho que até foi por isso que foram inventados. Mas a realidade é que tenho pena de me desfazer deles, e sem dar conta acabo por os dobrar e enfiá-los numa gaveta da cozinha, ao qual apelido de gaveta da tralha. Certamente que todos vocês têm uma gaveta destas lá por casa. Onde guardamos tudo o que não é preciso para nada, mas que temos pena de deitar fora. A certa altura damos conta de que precisamos dessa gaveta, e está cheia de coisas que já deveriam estar no lixo à séculos. E os mistérios que lá descobrimos dentro são infindáveis. Do género, que raio é isto e como veio aqui parar? Isto já vinha na gaveta quando comprei a casa, de certeza que não fui eu que enfiei isso aí para dentro!

 

No outro dia os sacos eram tantos que a gaveta quase não abria. De modo que a Cláudia passou-se ao ver tantos sacos a fazer volume, e já quase a fazerem novelo, que decidiu tirá-los dali para fora. Lá está alguém inteligente que liberta espaço na gaveta da tralha, para mais tarde ser de novo preenchido esse espaço por inergumes. Mas, por algum motivo estranho, em que a morada final dos ditos sacos de papel seriam o ecoponto, acabaram por se ver enfiados também, no saco dos sacos, ou seja no saco de plástico! What a hell? Realmente o ser humano é estranho. Não custa nada a gente vêr-se livre do lixo, por amor da santa. Olhem o caixote é já ali. Não, tiramos dum sítio para arrumar noutro. E assim se acumula tralha, ao longo dos anos. É para dizermos à boca cheia de que temos muita coisa!

Um rol de expressões de saturação

Outubro 03, 2018

Ricardo Correia

Depois de uma investigação profundamente científica sobre a nossa sociologia ancestral, aquela que tende a passar de gerações em gerações, eis que lanço aqui uma tese nunca antes divulgada.

 

Este artigo levou-me a horas e horas a queimar pestanas numa biblioteca digital "gogleosiana" em busca de um "santo graal" de expressões, que geralmente o denominado povinho português utiliza para expressar saturação, angústia, lamento, entre outros desabafos, que saem do âmago da alma ou do escroto da nossa insatisfação e são cuspidos ao desamparado ar atmosféricos mais ou menos sem pensar.

 

Isto porque o tico e o teco, estão numa luta sem igual para ver qual deles se assume como líder do outro, deixando desta forma o intelecto desamparado, a ter que tomar as rédeas da situação sem qualquer triagem lógica do cuspir de palavras.

 

Eis que reúno então este rol de... expressões estapafúrdias, a que ainda não descobri que nome atribuir.

 

1 - Ai! Ai! Só me apetece é ganir! 😒

2 - Qualquer dia acordo morto! 🙃

3 - Mas porque é que não nasci rico! ☹️

4 - Sinto-me tão fraquinho... Que nem posso comigo. 🙁

5 - Estou assim assim, mas mais para lá do que para cá. 😲

6 - O fim está próximo, eu é que ainda não o vi. 😑

7 - Estou a ver uma luz ao fundo do túnel, mas está escura como breu. 🌑

8 - Só queria desaparecer e aparecer noutro lado. 🌓

9 - Desta não escapo, nem me deixo apanhar pelos afazeres. 😳

10 - Mais um dia a somar para a reforma, depois ele há-de ir ter a casa. 👀

11 - Continua a trabalhar bem que o patrão agradece. 🙄

12 - Se me irrito, fico irritado! 🙁

13 - Filha da mãe... que vida madrasta. 🤨

14 - Parece que o mundo se juntou para me chatear. 😵 Vou partir para outro planeta.

15 - Credo, já tenho as orelhas cheias de ranço, de tanto te ouvir. 🤬

16 - Era um grande feito para a humanidade se ganha-se o prémio Nobel do falecimento. ⚰️

17 - Podia ter sido advogado ou juiz! Para assim ajuizar a minha vida e decidir imparcialmente.

18 - Há questões que me coloco, ao qual nem eu sei responder! 😒 

19 - Um animal é mais sábio que a besta da minha pessoa. 🤨

20 - Não sou dos fieis, mas sou dos leais. Sou fiel quando fio e leal quando leio. 😄

21 - Por vezes acho que durmo acordado e acordo a dormir. 🛌

22 - Só sei que nada sei, por isso se algum dia me perguntarem qualquer coisa, em digo que não sei nada. 

23 - Questões difíceis têm respostas complicadas. Por isso não se perguntam. 🤐

24 - Preferia limpar a minha alma com água benta do que tomar banho de água fria. 😨

25 - Deus olha por nós, e eu olho por mim. Só não sei quem olha por ti! 🤫

26 - Vou ali e já volto! Dar a volta ao mundo?

27 - Vou num pé e venho no outro. Será ao pé coxinho? 😓

28 - Dinheiro não trás felicidade. Não o quero ver infeliz, eu guardo o seu dinheiro todo.

29 - Dívidas para mim são sagradas. Deus lhe pague! 😇

30 - Deitar cedo e cedo erguer, dá soneira até morrer! 😴

31 - Onde quer que eu esteja, estarei sempre lá. 

32 - Hoje acordei alcoolizado, tudo para evitar a ressaca. 

33 - Hoje estou com vontade de trabalhar! É melhor esperar um pouco a ver se isto passa. 🤒

34 - Estou com água na boca. Acho que me estou afogar!

35 - Estou metido num buraco sem fundo! 

36 - Nuvens são como o trabalho, quando desaparece fica um dia lindo. ⛅️

37 - Ser ou não ser eis a questão! Mas ser o quê?

38 - Se penso, logo existo. Há por aí muita gente que não existe!

39 - Deixei a bebida. Não me lembro foi a onde...

40 - A noite é boa conselheira, mas como estou a dormir não a ouço.

41 - Roupa suja lava-se em casa. Por isso não a deixes espalhada por aí.

42 - Guardado está o bocado para quem o há-de comer.

43 - Em boa hora vi o que não queria ver. 🤓 

44 - O saber não ocupa lugar, e o meu está livre. 

45 - Vou-me matar a estudar, para um dia ser alguém.

O regresso às aulas é um sufoco

Setembro 12, 2018

Ricardo Correia

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Numa altura em que o regresso às aulas está aí mesmo a bater à porta, a cabeça dos pais anda num rodopio entre dores, angústia, e sofrimento a juntar a um coração miudinho, que vai apertando, apertando apertando até mais não.

 

Começando pelas dores de cabeça, esta suge logo na preparação não só a nível dos livros escolares, com a respetiva etiquetagem com o nome, turma, ano, e escola. Não vá esses mesmos livros, aparecerem miraculosamente na mochila de algum outro colega mais distraído, que na hora de arrumar, vá arrumando tudo o que lhe aparecer à frente, ou que fique esquecido nalgum banco de paragem de autocarro, ou mesmo no banco do autocarro. Ou simplesmente ganhe asas para qualquer outro local. Tudo é possível quando se trata de miudagem. O mesmo fado se aplica aos cadernos. 

 

Estes, quando se tem uma bacurinha de nome Ema, que no fundo é um diminutivo acentuado para "dil(ema)", na hora de escolher os cadernos é de uma indecisão monumental. É capaz de estar horas em frente à prateleira a dizer "- Este. Não, não, este. Espera, este não. Quero este!"

Estão a ver, a nossa paciência de pais, a explodir e a gritar de exaustão "- Deus! Escolhe lá um por amor da santa! Para ontem." Depois a mochila, a lancheira, o estojo... Arrrrrr!

 

No que diz respeito ao Xavier, esse como já vai para o 11º ano, é do género qualquer coisa serve. Desde que dê para rabiscar está bom. Felizmente não é exigente com isso, e portanto o melhor é mesmo o que for mais básico. Pode mesmo ser, tipo, os de capa preta que são os mais cool. Tá-se bem!

 

Felizmente a Beatriz, que inicia o pré-escolar este ano ainda não sofre deste mal da indecisão, que é como quem diz, ainda não tem voto na matéria. Embora também já queira demonstrar a sua dose de grandeza, e tentar opinar na escolha da mochila ou da lancheira, no meio de uma ou outra birra. Daqui advém então, a tal angústia. Na incerteza de saber como ela irá reagir à professora e esta à Beatriz. Surgem então as nossas preocupações sobre a adaptação, se vai ser tão bem tratada na escola como em casa. Se vai ter a devida atenção, agora que deixa de ser o centro do mundo. Visto que já não vai ter tantos miminhos dos pais e dos avós. Se vai vingar na escola? Como irá reagir à interação com os outros meninos? E o mais importante, se vai fazer os primeiros amiguinhos.

Tudo isto deixa uma mãe e um pai à beira de um ataque de nervos pré-arranque-escolar. 

 

img1-252x300.jpgOutra matéria que nos deixa recetivos e ansiosos com o inicio do ano letivo, não só para nós, como para a grande maioria dos pais, prende-se com a mítica questão da escolha mais adequada das mochilas. Afinal de contas, os miúdos irão carregar quilos em livros, cadernos e material escolar durante o ano inteiro, e como a diversidade tem vindo a aumentar, é necessário escolher adequadamente sem descuidar a saúde dos nosso filhos. Foi então que li este artigo, da professora Elsa Morais, ao qual aconselho e deixo aqui a ligação para quem quiser aprofundar o assunto como eu. Mochilas escolares… Qual escolher?

Em relação a esta matéria estamos decididos, e como em anos anteriores, a nossa escolha recai sobre a tradicional de duas alças. Apesar de por vezes os miúdos se inclinarem para os trolley porque é giro ou os amigos têm. 

 

 

Depois desta batalha, não, não é o fim da guerra, ainda vem a próxima batalha. O rol de material escolar exigido pelos professores. Uma lista interminável de tudo e mais alguma coisa. O lápis de carvão tem de ser o número dois, a borracha tem de ser branca, a afiadeira tem de ser com depósito, o corretor tem de ser de fita, a tesoura redonda nas pontas. Os lápis de cor da marca xy. O papel cavalinho, o papal de lustre, a resma de papel de x gramas, etc, etc, etc.

 

E pronto já faleci sem fôlego... Ou estou internado na psiquiatria. Se é pai ou mãe vêmo-nos por lá. 

 

 

 

 

 

 

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Comentários recentes

  • Mamã Gansa

    Tudo atividades convidativas, parece que a Cláudia...

  • Ricardo Correia

    Pois, acho que é uma situação comum a muita gente...

  • Mamã Gansa

    Gostava, mas ele também foge de mim

  • Mamã Gansa

    . Muito bom o texto, Ultimamente só conheço gente...

  • Ricardo Correia

    Pois a Beatriz não sai de trás do vidro. É quando ...